A energia eléctrica, E, mede-se com os contadores de electricidade.
A unidade prática de medida é o quilowatt-hora, símbolo kWh.
A potência eléctrica dos receptores:
-corresponde à energia eléctrica consumida por unidade de tempo;
-mede-se com wattímetros e a unidade SI de medida é o watt, símbolo W;
-relaciona-se com a intensidade da corrente e a diferença de potencial.
A energia eléctrica consumida por um receptor relaciona-se com a intensidade da corrente, a diferença de potencial e o tempo de funcionamento.
sábado, 2 de junho de 2012
Resistência elétrica
A resistência elétrica dos condutores relaciona-se com a sua oposição à passagem da corrente elétrica.Para a mesma diferença de potencial :
Resistência pequena ----> condutor que conduz bem -----> Grande intensidade da corrente
Resistência grande ------> condutor que conduz mal ------> Pequena intendidade da corrente
Resistência elétrica mede-se com ohmímetros e a unidade SI de medida: Ohm.
Os condutores óhmicos:
- têm resistência constante;
- obdecem à lei de Ohm
- a representação gráfica de U em função de I é uma linha recta que passa pela origem dos eixos coordenados.
A resistência dos condutores depende do comprimento, da espessura e do material de que são feitos
-Grande comprimento e pequena espessura----> Grande resistência
-Pequeno comprimento e grande espessura----> Pequena resistência
Os reóstatos sao resistências variáveis cujo funcionamento se baseia na variação da resistência dos condutores com o seu comprimento
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Diferença de potencial e intensidade da corrente
Diferença de potencial -----> Mede-se com Voltímetros que se instalam em paralelo, unidade Si da medida: Volt, símbolo V
Intesidade da corrente -----> Mede-se com Amperímetros que se instalam em série, unidade SI da medida: Ampere, símbolo A
Circuitos com receptores instalados em série:
- A diferença de potencial nos terminais do conjunto dos receptores é igual à soma das diferenças de potencial nos terminais de cada receptor.
- A intensidade da corrente é igual em todos os receptores.
Circuitos com receptores instalados em paralelo:
- A diferença de potencial é igual nos terminais de todos os receptores.
- A intensidade da corrente no ramo principal é igual à soma das intensidades da corrente que percorre as várias ramificações
Intesidade da corrente -----> Mede-se com Amperímetros que se instalam em série, unidade SI da medida: Ampere, símbolo A
Circuitos com receptores instalados em série:
- A diferença de potencial nos terminais do conjunto dos receptores é igual à soma das diferenças de potencial nos terminais de cada receptor.
- A intensidade da corrente é igual em todos os receptores.
Circuitos com receptores instalados em paralelo:
- A diferença de potencial é igual nos terminais de todos os receptores.
- A intensidade da corrente no ramo principal é igual à soma das intensidades da corrente que percorre as várias ramificações
Corrente elétrica
Bons condutores elétricos são materiais através dos quais a corrente elétrica passa.
Maus condutores elétricos sao materiais através dos quais a corrente elétrica não passa.
A corrente elétrica é um movimento orientado de partículas ou corpúsculos com carga elétrica:
- eletrões, nos metais, nas lihas metálicas e na grafite;
- iões positivos e negativos, nas soluções condutoras.
Nos circuitos elétricos é possível falar em:
- sentido convencional da corrente elétrica - do pólo positivo para o negativo;
- sentido real da corrente elétrica, o do movimento dos eletrões, do pólo negativo para o positivo.
A corrente contínua, DC ou =, não muda de sentido. A corrente alternada, AC ou ~, muda de sentido.
Maus condutores elétricos sao materiais através dos quais a corrente elétrica não passa.
A corrente elétrica é um movimento orientado de partículas ou corpúsculos com carga elétrica:
- eletrões, nos metais, nas lihas metálicas e na grafite;
- iões positivos e negativos, nas soluções condutoras.
Nos circuitos elétricos é possível falar em:
- sentido convencional da corrente elétrica - do pólo positivo para o negativo;
- sentido real da corrente elétrica, o do movimento dos eletrões, do pólo negativo para o positivo.
A corrente contínua, DC ou =, não muda de sentido. A corrente alternada, AC ou ~, muda de sentido.
Utilização da eletricidade
A eletricidade é um bem indispensável no nosso dia-a-dia.
Um circuito elétrico fechado é um caminho para a corrente elétrica.
Nos circuitos elétricos há: uma fonte de energia elétrica, receptores de energia elétrica e interruptores, que permitem ligar e desligar os receptores.
O sentido convencional da corrente elétrica nos circuitos é do polo positivo da fonte de energia para o polo negativo.
Os circuitos elétricos representam-se por meio de esquemas nos quais se faz correponder a cada diapositivo um símbolo própio.
Os recetores podem instalar-se:
- em série, havendo no circuito um só caminho para a corrente elétrica;
- em paralelo, permitindo no circuito mais do que um caminho para a corrente elétrica.
Um circuito elétrico fechado é um caminho para a corrente elétrica.
Nos circuitos elétricos há: uma fonte de energia elétrica, receptores de energia elétrica e interruptores, que permitem ligar e desligar os receptores.
O sentido convencional da corrente elétrica nos circuitos é do polo positivo da fonte de energia para o polo negativo.
Os circuitos elétricos representam-se por meio de esquemas nos quais se faz correponder a cada diapositivo um símbolo própio.
Os recetores podem instalar-se:
- em série, havendo no circuito um só caminho para a corrente elétrica;
- em paralelo, permitindo no circuito mais do que um caminho para a corrente elétrica.
sábado, 17 de março de 2012
Metais e Não metais
Os metais são substâncias elementares constituídas por átomos.
Os metais são:
- todos sólidos à temperatura ambiente, à exceção do mercúrio, gálio, césio e frâncio que são líquidos;
- bastante densos;
- são maleáveis, isto é, dobram facilmente sem partir;
- são bons condutores elétricos e térmicos.
Os não metais são constituídos por corpúsculos que podem ser átomos ou moléculas.
Os não metais:
- existem em diferentes estados físicos, à temperatura ambiente, sendo uns sólidos, outros líquidos e outro gasosos;
- têm densisdades muito diferentes;
- quando são sólidos, mostram-se quebradiços;
- são maus condutores elétricos e térmicos, à exceção da grafite que é boa condutora elétrica.
Os metais são:
- todos sólidos à temperatura ambiente, à exceção do mercúrio, gálio, césio e frâncio que são líquidos;
- bastante densos;
- são maleáveis, isto é, dobram facilmente sem partir;
- são bons condutores elétricos e térmicos.
Os não metais são constituídos por corpúsculos que podem ser átomos ou moléculas.
Os não metais:
- existem em diferentes estados físicos, à temperatura ambiente, sendo uns sólidos, outros líquidos e outro gasosos;
- têm densisdades muito diferentes;
- quando são sólidos, mostram-se quebradiços;
- são maus condutores elétricos e térmicos, à exceção da grafite que é boa condutora elétrica.
Metais Alcalinos e Metais Alcalino-Terrosos
Os metais alcalinos são:
- moles e maleáveis;
- têm brilho metálico, quando a superfície está recentemente cortada;
- são bons condutores da corrente elétrica;
- têm propriedades químicas semelhantes.
Os metais alcalinos-terrosos são:
- moles e maleáveis
- têm brilho metálico, quando recentemente polidos;
- conduzem bem o calor e a eletrecidade;
- têm propriedades químicas semelhantes.
- moles e maleáveis;
- têm brilho metálico, quando a superfície está recentemente cortada;
- são bons condutores da corrente elétrica;
- têm propriedades químicas semelhantes.
Os metais alcalinos-terrosos são:
- moles e maleáveis
- têm brilho metálico, quando recentemente polidos;
- conduzem bem o calor e a eletrecidade;
- têm propriedades químicas semelhantes.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Ligação Química
Ligação Covalente- Compartilha de eletrões entre átomos de elementos com tendência para captar eletrões.
Ligação Iónica- Atracção entre iões positivos e negativos. Os iões resultam da tranferência de eletrões de átomos com tendência a libertar eletrões para átomos com tendência a captá-los.
Ligação Metálica- Atracção entre iões positivos e eletrões livres.
Ligação Iónica- Atracção entre iões positivos e negativos. Os iões resultam da tranferência de eletrões de átomos com tendência a libertar eletrões para átomos com tendência a captá-los.
Ligação Metálica- Atracção entre iões positivos e eletrões livres.
Ligação entre os átomos nas moléculas
As moléculas são agregados de átomos nos quais há dois ou mais núcleos positivos e uma só nuvem eletrónica.Comprimento de ligação é a distância média entre os núcleos de dois átomos ligados.
Há moléculas polares e apolares:
-nas moléculas polares, a nuvem eletrónica não está simetricamente distribuída, havendo um pólo negativo e um pólo positivo.
Nas moléculas apolares, a nuvem eletrónica está simetricamente distribuída; não há polosÂngulo de ligação é o ângulo formado pelos segmentos de recta que unem o núcleo de um átomo aos núcleos de dois átomos a ele ligados.
A geometria das moléculas resulta da distribuição dos seus átomos no espaço. A geometria de moléculas pequenas pode ser: Linear, Angular, Triangular Plana, Piramidal, Tetraédrica.
A ligação covalente consiste na compartilha de eletrões entre os átomos das moléculas.
Na ligação covalente simples, dois átomos compartilham 1 par de eletrões
Na ligação dupla, dois átomos compartilham 2 pares de eletrões
Na ligação tripla, três átomos compartilham 3 pares de eletrões.
Tabela Periódia dos elementos
Na Tabela Periódica actual:
- os elementos estão disposto por ordem crescente de número atómico;
- cada linha horizontal chama-se período e cada coluna vertical designa-se por grupo;
- há 7 períodos e 18 grupos.
Há características dos átomos dos elementos que se repetem regularmente na Tabela Periódica:
- no mesmo período, todos os átomos têm os eletrões distribuídos pelo mesmo número de níveis de energia;
- no mesmo grupo, todos os átomos têm o mesmo número de eletrões de valência;
- o tamanho dos átomos ao longo de cada período diminui mas ao longo de cada grupo aumenta.
No lado esquerdo e no centro da Tabela Periódia, situam-se os elementos metálicos cujos átomos originam facilmente iões positivos. No lado direito, situam-se os elementos não metálicos cujos átomos podem originar iões negativos.
- os elementos estão disposto por ordem crescente de número atómico;
- cada linha horizontal chama-se período e cada coluna vertical designa-se por grupo;
- há 7 períodos e 18 grupos.
Há características dos átomos dos elementos que se repetem regularmente na Tabela Periódica:
- no mesmo período, todos os átomos têm os eletrões distribuídos pelo mesmo número de níveis de energia;
- no mesmo grupo, todos os átomos têm o mesmo número de eletrões de valência;
- o tamanho dos átomos ao longo de cada período diminui mas ao longo de cada grupo aumenta.
No lado esquerdo e no centro da Tabela Periódia, situam-se os elementos metálicos cujos átomos originam facilmente iões positivos. No lado direito, situam-se os elementos não metálicos cujos átomos podem originar iões negativos.
Os átomos de um elemento
O número atómico de um elemento Z corresponde ao número de protões existentes no núcleo ou dos iões monoatómicos. Cada elemento químico é caracterizado pelo seu número atómico.
O número de massa de um átomo A é a soma do número de protões e neutrões.
Isótopos são átomos diferentes do mesmo elemento. Têm o mesmo número atómico mas diferente número de massa. Cada isótopo de um elemento é caracterizado pelo seu número de massa.
O número de massa de um átomo A é a soma do número de protões e neutrões.
Isótopos são átomos diferentes do mesmo elemento. Têm o mesmo número atómico mas diferente número de massa. Cada isótopo de um elemento é caracterizado pelo seu número de massa.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Átomos, iões e as suas nuvens eletrónicas
Os eletrões dos átomos distribuem-se por níveis de energia.
O número máximo de eletrões no último nível é oito.
Os eletrões do último nível de energia chamam-se eletrões de valência.
Os átomos transformam-se em iões quando perdem ou ganham eletrões.
Átomos com poucos eletrões de valência perdem eletrões e originam iões positivos.
Átomos com bastante eletrões de valência captam eletrões e originam iões negativos.
Os eletrões dos iões distribuem-se também por níveis de energia
O número máximo de eletrões no último nível é oito.
Os eletrões do último nível de energia chamam-se eletrões de valência.
Os átomos transformam-se em iões quando perdem ou ganham eletrões.
Átomos com poucos eletrões de valência perdem eletrões e originam iões positivos.
Átomos com bastante eletrões de valência captam eletrões e originam iões negativos.
Os eletrões dos iões distribuem-se também por níveis de energia
Átomos
A matéria é constituída por corpúsculos muito pequenos - os átomos
O diâmetro do átomos mede-se habitualmente em picómetros.
De acordo com o modelo da nuvem eletrónica -o modelo atual-, os átomos têm um núcleo central muito pequeno onde está concentrada a sua massa e uma zona exterior, a nuvem eletrónica, que é na maior parte espaço vazio.
Protões e neutrões constituem o núcleo dos átomos: os protões têm carga positiva e os neutrões não têm carga. A massa dos protões é praticamente igual á dos neutrões.
Os eletrões formam a nuvem eletrónica, têm carga negativa e praticamente não têm massa
O diâmetro do átomos mede-se habitualmente em picómetros.
De acordo com o modelo da nuvem eletrónica -o modelo atual-, os átomos têm um núcleo central muito pequeno onde está concentrada a sua massa e uma zona exterior, a nuvem eletrónica, que é na maior parte espaço vazio.
Protões e neutrões constituem o núcleo dos átomos: os protões têm carga positiva e os neutrões não têm carga. A massa dos protões é praticamente igual á dos neutrões.
Os eletrões formam a nuvem eletrónica, têm carga negativa e praticamente não têm massa
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Forças de Atrito
As forças de atrito surgem sempre entre duas superfícies de contacto, quando uma se move ou tenta mover-se em relação à outra. São forças que contrariam o movimento.
Chama-se força de atrito estático à força que é necessário vencer para pôr um corpo em movimento
Chama-se força de atrito cinético à força que é necessário vencer durante o movimento de um corpo. Pode ser de escorregamento e de rolamento.
A intensidade das forças de atrito depende:
-da natureza e rugosidade das superfícies de contacto;
-do peso do corpo que se move.
É importante minimizar o atrito para facilitar o movimento.
O atrito é indispensável para que haja movimento e para o tornar seguro
Chama-se força de atrito estático à força que é necessário vencer para pôr um corpo em movimento
Chama-se força de atrito cinético à força que é necessário vencer durante o movimento de um corpo. Pode ser de escorregamento e de rolamento.
A intensidade das forças de atrito depende:
-da natureza e rugosidade das superfícies de contacto;
-do peso do corpo que se move.
É importante minimizar o atrito para facilitar o movimento.
O atrito é indispensável para que haja movimento e para o tornar seguro
Estado de Repouso/Movimento, Par ação-reação e a colisão
Quando um corpo está sujeito a um conjunto de forças cuja resultante é nula, a sua velocidade não se altera;
o corpo pode estar: - em repouso;
- com movimento retilíneo uniforme
Um Corpo sujeito a um conjunto de forças de resultante não nula tem movimento com velocidade variável, ou seja, tem aceleração.
As forças que constituem um par ação-reação descrevem a interação entre dois corpos e têm:
-a mesma direção
-a mesma intensidade;
-sentidos opostos;
-pontos de aplicação diferentes.

Durante a colisão de um veículo com obstáculo, a força que atua no veículo é responsável pela variação da sua velocidade até parar. A intensidade da força da colisão é tanto maior quanto:
-maior for a massa do veículo
-maior for a velocidade do veículo no momento da colisão;
-menor for o tempo da colisão
Aqui está um video de um camião em alta velocidade a bater numa parede : http://www.snotr.com/video/1470
o corpo pode estar: - em repouso;
- com movimento retilíneo uniforme
Um Corpo sujeito a um conjunto de forças de resultante não nula tem movimento com velocidade variável, ou seja, tem aceleração.
As forças que constituem um par ação-reação descrevem a interação entre dois corpos e têm:
-a mesma direção
-a mesma intensidade;
-sentidos opostos;
-pontos de aplicação diferentes.
Durante a colisão de um veículo com obstáculo, a força que atua no veículo é responsável pela variação da sua velocidade até parar. A intensidade da força da colisão é tanto maior quanto:
-maior for a massa do veículo
-maior for a velocidade do veículo no momento da colisão;
-menor for o tempo da colisão
Aqui está um video de um camião em alta velocidade a bater numa parede : http://www.snotr.com/video/1470
Leis de Newton
1ª Lei de Newton- Lei da Inércia : Qualquer corpo permanece em repouso ou em movimento retelíneo uniforme se o conjunto de forças que nele atuam tem resultante nula.

2ª Lei de Newton - Lei Fundamental da Dinâmica: A força resultante do conjunto das forças que atuam num corpo produz nele uma aceleração com a mesma direção e o mesmo sentido da força resultante, que é tanto maio quanto maior for a intensidadade da força resultante.
^
3ª Lei de Newton - Lei da Ação-Reação: Quando dois corpos estão em interação, à ação de um corpo sobre outro corresponde sempre uma reação igual e oposta que o segundo corpo exerce sobre o primeiro.

2ª Lei de Newton - Lei Fundamental da Dinâmica: A força resultante do conjunto das forças que atuam num corpo produz nele uma aceleração com a mesma direção e o mesmo sentido da força resultante, que é tanto maio quanto maior for a intensidadade da força resultante.
^3ª Lei de Newton - Lei da Ação-Reação: Quando dois corpos estão em interação, à ação de um corpo sobre outro corresponde sempre uma reação igual e oposta que o segundo corpo exerce sobre o primeiro.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Força resultante
A resultante do conjunto de corpos que atuam num corpo é a força única equivalente a todas as forças desse conjunto
O vetor que representa a força resultante é a soma dos vetores que representam as várias forças.
A intensidade da força resultante, calcula-se de modos diferentes:
Quando as forças têm a mesma direção e o mesmo sentido
Força resultante = Soma das intensidades das forças
Quando as forças têm a mesma direção e sentidos opostos
Força Resultante = Diferença das intensidades das forças
Quando as forças têm direções perpendiculares entre si
Força resultante = Teorema de Pitágoras
O vetor que representa a força resultante é a soma dos vetores que representam as várias forças.
A intensidade da força resultante, calcula-se de modos diferentes:
Quando as forças têm a mesma direção e o mesmo sentido
Força resultante = Soma das intensidades das forças
Quando as forças têm a mesma direção e sentidos opostos
Força Resultante = Diferença das intensidades das forças
Quando as forças têm direções perpendiculares entre si
Força resultante = Teorema de Pitágoras
Aceleração Média
A aceleração média é uma grandeza vetorial que nos indica como varia a velocidade num determinado intervalo de tempo. Em qualquer movimento retilíneo o valor da aceleração média calcula-se pela expressão:
Movimento Retilíneo Uniformemente Acelerado e Retardado
No movimento uniformemente acelerado:O valor da velocidade varia linearmente com o tempo
A distância percorrida pode calcular-se multiplicando-se o a velocidade pelo tempo dividindo por 2
Aceleração média tem o sentido do movimento e valor positivo
No movimento uniformemente retardado
O valor da velocidade varia linearmente com o tempo
A distância percorrida pode calcular-se multiplicando-se o a velocidade pelo tempo dividindo por 2
Aceleração média tem o sentido oposto ao do movimento e valor negativo
Movimento Retilíneo Uniforme
No Movimento Retilíneo uniforme:
A velocidade é igual á rapidez média
A distância percorrida é diretamente proporcional
O valor da velocidade é constante
A distância pode calcular-se multiplicando-se a velocidade pelo tempo
A velocidade é igual á rapidez média
A distância percorrida é diretamente proporcional
O valor da velocidade é constante
A distância pode calcular-se multiplicando-se a velocidade pelo tempo
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